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Livraria Feminista Posts

Conceição Evaristo e a certeza de que perdemos novamente a chance de fazer história.

Pouco lemos obre a nossa realidade, sobre os nossos anseios, medos, a pobreza e a violência urbana que nos acomete diariamente. Pouco lemos sobre o que é ser negro, sobre a nossa cultura. A nossa literatura é elitizada, apenas tem voz quem pode financia-la.

El feminismo no está muerto, de ninguna manera.

Para a maioria das jovens ocidentais hoje, ser chamada de feminista é um insulto. O feminismo nunca foi sexy, mas garanto que nunca me impediu de flertar e raramente sofri por falta de homens. O feminismo não está morto de maneira alguma. Evoluiu. Se você não gosta do termo, mude-o, pelo amor da Deusa! Chame-o de Afrodite, Vênus ou tolo, ou o que você quiser. O nome não importa, desde que saibamos o que isso significa e apoiemos a causa.

O Imaginário da Magia, por Francisco Bethencourt.

Não achei que fossemos sair um pouco cedo das autoras, mas me senti apaixonada por esse livro logo que abri a encomenda, dei um abraço bem apertado, tanto que que decidi compartilhar essa obra maravilhosa com vocês.
O Imaginário da Magia, Feiticeiras, adivinhos e curandeiros em Portugal, no século XVI, é uma obra do historiador português Francisco Bethencourt. Através de pesquisa minuciosa nos arquivos da Inquisição, foi recuperada uma visão mágica do mundo, destacando o significado simbólico e social da feitiçaria e das práticas mágicas em Portugal, durante o século XVI.

Flores ainda são permitidas.

Uma cama. De solteiro, colchão de dureza média, coberto por uma colcha aveludada branca. Nada acontece na cama senão o sono; ou a falta de sono. Tento não pensar demais. Como outras coisas agora, os pensamentos têm que ser racionados.

O Conto da Aia, Margaret Atwood.